O Autismo é um transtorno do desenvolvimento neurológico, geralmente, diagnosticado na infância, entre 12 e 24 meses de idade, que possui como característica dificuldades na interação social e na comunicação, além de comportamentos restritivos ou até mesmo repetitivos.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) possui diferentes graus que compreendem o nível de gravidade do caso. Ele tem origem nos primeiros meses de vida do bebê, mas não necessariamente pode ser diagnosticado logo de início, por se tratar de um transtorno que se desenvolve de maneira gradual e não uniforme.
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Por se tratar de um transtorno que se desenvolve ao longo do tempo, é de maior dificuldade que o diagnóstico precoce seja concluído, acontecendo, geralmente, entre 4 ou 5 anos de idade.
No entanto, alguns sinais precoces podem ser percebidos e analisados já no primeiro ano de vida do bebê. Dentre eles, podemos citar:
Estudos científicos mostram que as causas para do TEA são multifatoriais e incluem, além de fatores genéticos, fatores ambientais também.
O TEA envolve milhares de genes com variantes herdadas que compreendem modelos de herança. Mas é importante destacar que a genética não é a única que atua para o desenvolvimento deste transtorno. Como citado acima, fatores externos são influenciadores ou catalisadores para do desenvolvimento do mesmo, como ambiente de risco, idade avançada dos pais durante a concepção e negligência nos cuidados ao nascer.
O tratamento varia de caso para caso, mas consiste, em geral, no conjunto interdisciplinar de modalidades que têm como objetivo potencializar o desenvolvimento individual e social da criança, melhorando sua qualidade de vida e seu funcionamento intelectual para ter certa autonomia.
Não há um exame para diagnosticar o TEA. O diagnóstico é clínico e deve ser realizado por uma equipe de profissional de saúde especializado, tais como, neuropediatra ou psiquiatra infantil, fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, dentre outros.
A primeira coisa a ser feita é definir o plano de tratamento personalizado de acordo com as necessidades do seu filho. O tratamento é multidisciplinar,e pode envolver, por exemplo: pediatra, neurologista, psiquiatra, enfermeiro, terapeuta ocupacional, psicólogo, educador físico, fonoaudiólogo, entre outros. A conduta indicada vai depender da intensidade do distúrbio e da idade do paciente e deve ser decidido junto aos pais.
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